
Zangou-se com ele e veio-se embora.
Ele deixou-a ir e não tentou segurá-la. Doeu-lhe.
Ficou a pensar: se fosse definitivo, que tinha para trazer de lá?
Quando fechamos uma porta, que temos de verdadeiramente nosso para trazer connosco?
.
Semanalmente numa sala de um prédio antigo na zona mais antiga da cidade. Como propósito uma só ideia: vencer a resistência das palavras, usando a criatividade e a imaginação como armas. O campo desta batalha é o papel em branco e o troféu a palavra. Em pano de fundo, ouve-se música. Inspiração e criatividade, sejam bem-vindas: podem entrar!



Ao longo do curso, no final de cada sessão cada um de nós escrevia num pequeno quadrado de papel uma qualquer palavra, escolhida por si ao acaso, que depositava numa caixa fechada, o nosso cofre. Na ultima aula, aberta a caixa, coube a cada um, aleatoriamente, algumas dessas palavras para, em 5 minutos, compor um texto a partir delas.
Frases escolhidas:
“Um papel em branco! Vou colori-lo, seja com lápis de cor, canetas de feltro, ou simplesmente com as minhas palavras”
“Há palavras feitas para mastigar as ideias”
“Dia 15, em Lisboa, o sol nasce às 06:39”

.




Retirar palavras/expressões do poema Escada Sem Corrimão de David Mourão Ferreira, cantado na voz de Camané e, a partir destas, escrever durante 10 minutos.
Em grupo. Numa folha em branco escrever uma qualquer palavra. Dobrar a folha de modo a ocultar a palavra e passar ao colega ao lado, que fará o mesmo. 5 minutos para um texto a partir da primeira e da ultima palavras deixadas na folha.







Tendo como referência a própria mão, e ao som de palavras retiradas de um poema, 5 minutos para um texto começado por: Nas linhas da minha mão escrevo… 


